Os 7 Mandamentos da Liderança Corporativa Eficiente

04/11/2016

Os 7 Mandamentos da Liderança Corporativa Eficiente

Mandamentos da Liderança – Exemplos de grandes lideranças não faltam na história. Apesar de, muitas vezes, adotarem posturas diferentes, todos parecem carregar consigo algo em comum: um bom líder não move apenas a razão, mas também as emoções, fazendo com que cada pessoa consiga se identificar com a coletividade e se empenhe em um objetivo comum.

Além disso, é o líder quem consegue extrair o melhor de cada um, potencializando as qualidades não somente do grupo, mas também de cada indivíduo. O líder, portanto, é aquele que consegue criar coesão onde existe caos.

No meio empresarial, a figura do líder é muito importante, evidentemente. Afinal, colaboradores que estejam empenhados e motivados a perseguir o mesmo caminho, certamente terão mais êxito.

Acontece que muitos profissionais ainda acreditam que o cargo de chefia é o suficiente para se autoproclamarem líderes. Esse é um grande equívoco. Na verdade, para ser reconhecido pelo grupo, o líder precisar reunir uma série de atributos e observar alguns princípios fundamentais, comuns a todas as lideranças históricas que mencionamos anteriormente.

Neste post, vamos falar sobre os 7 mandamentos da liderança corporativa eficiente. Confira a seguir!

Uma boa liderança nutre os colaboradores

É preciso que o líder abandone agora mesmo a mentalidade de que os seus colegas de trabalho são concorrentes, principalmente quando ocupa o cargo de chefia. Esse pensamento atrasado pode prejudicar a qualidade da liderança por dois motivos: o primeiro deles é que, ao ver os outros profissionais como concorrentes, dificilmente o líder conseguirá promover o trabalho em equipe. Em segundo lugar, a insegurança será refletida diretamente na qualidade do trabalho.

Um bom líder deve, portanto, nutrir os colaboradores com a sua presença e conhecimento. Em vez de sufocar as “ameaças”, ele deve promover e estimular o trabalho daqueles que têm potencial. Assim, é possível criar um ambiente mais propício para a inovação e muito mais resistente às verdadeiras ameaças, que são as empresas concorrentes.

O investimento nos liderados é necessário

Esse ponto é complementar ao abordado acima. Para nutrir os colaboradores e conseguir extrair o máximo do potencial da equipe, o líder precisa investir pesado em capacitação. A melhor forma de conseguir isso é por meio da educação corporativa.

Com esse tipo de investimento, o líder não estará apenas reforçando a qualificação de cada colaborador, mas também estimulando o surgimento de novos líderes, capazes de fortalecer o recurso mais importante da empresa, que é a própria qualidade da equipe, além da capacidade de inovar e de se adaptar ao ambiente externo.

O alinhamento é o principal papel do líder

Uma equipe alinhada pode superar qualquer obstáculo. O principal papel do líder é desenvolver essa conexão entre os seus liderados, trabalhando em todos os aspectos, desde a coesão do discurso da equipe até a uniformidade do próprio atendimento.

Para promover esse alinhamento, é fundamental que a empresa tenha valores fortes, que devem ser reforçados pelo líder sempre que possível, principalmente por meio de ações motivacionais. No entanto, a forma mais eficaz para transmitir esses valores é muito simples: o líder precisar dar o exemplo.

A comunicação é a espinha dorsal

Para haver harmonia em uma equipe, é fundamental que não somente o líder tenha a oportunidade de se comunicar facilmente com os colaboradores, mas todos se sintam à vontade para trocar informações e ideias livremente. Isso melhora o entrosamento da equipe e evita muitos problemas, como o retrabalho ou os ruídos comunicacionais. Por isso, a ideia tradicional do ambiente de trabalho silencioso deve ser excluída das suas prioridades agora mesmo.

O líder precisa estimular a comunicação entre todos os liderados, adotando uma postura de transparência. Além disso, a tecnologia pode desempenhar um papel crucial nessa área, mas esse ponto veremos em seguida.

A tecnologia é uma poderosa aliada

A tecnologia pode ajudar muito o líder a melhorar a sua performance e a de sua equipe. Em primeiro lugar, como vimos, hoje existem diversas ferramentas empresariais destinadas à comunicação interna. Esses recursos podem ser implementados para centralizar todos os comunicados, circulares e demais notificações necessárias à coesão do time.

Além disso, é preciso considerar outras ferramentas, como os tablets e smartphones, para gerir equipes em campo, e os softwares de gestão empresarial, para que seja possível monitorar os resultados dos colaboradores e fornecer feedbacks assertivos.

O poder dos feedbacks

Outro ponto que não pode passar em branco são os feedbacks. Aqui é onde a maioria dos chefes e líderes costuma errar. O feedback é um momento excelente para promover o aprendizado ou reforçar os pontos positivos dos colaboradores bem-sucedidos. No entanto, alguns ainda acreditam que dar o bom e velho “puxão de orelha” é o suficiente para que os profissionais sigam o caminho certo dentro da empresa. Isso é errado.

O ideal é que o líder consiga se aproximar do seu time e orientar, de maneira positiva, sobre cada ponto que deve ser melhorado. É claro que, para identificar as necessidades, ele precisa realizar um monitoramento constante dos resultados e trabalhar, em uma comunicação transparente, os outros pontos abordados anteriormente neste post. O feedback deve ser, portanto, um verdadeiro guia para o seu time.

O chefe não é, necessariamente, o líder

Por fim, o último mandamento é, na verdade, uma postura que o líder deve adotar diante dos seus liderados: nem todo chefe é um líder e nem todo líder é chefe. Pode parecer uma contradição, mas, se analisarmos com cuidado, vamos perceber que faz todo o sentido. Um líder só é identificado como tal quando a própria equipe o reconhece.

Muitas vezes, um colaborador que aja como um verdadeiro porta-voz do grupo, tenha iniciativa e proponha soluções, pode acabar se tornando uma referência para os colegas. É assim que surgem os líderes! Não é uma questão hierárquica, mas, sim, um posicionamento diante dos problemas enfrentados por todos no dia a dia. Portanto, se você deseja ser um líder e não um chefe, comece agora mesmo a se tornar essa inspiração que os seus colaboradores tanto buscam!

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